Papagaio-de-peito-roxo (Triclaria malachitacea) - pássaros exóticos da América do Sul | Mascote

    Postado por Mascote | 23 Janeiro 2017

    - Triclaria malachitacea

    Papagaio-de-peito-roxo

    Descrição:

    28 cm. comprimento entre 110-155 gramas.

    Papagaio-de-peito-roxo

    O Papagaio-de-peito-roxo (Triclaria malachitacea) tem o cabeça, pescoço e todo o partes superiores e Abrigos de asa, grama verde.

    Penas de voo grama verde com pontas azuis para estreitar prim√°rio, exceto o mais externa, com uma margem de azul p√°lido estreita para redes externas. Na parte inferior, o asas com coberturas Verde, e o penas de voo, verde azulado. O partes inferiores Eles s√£o principalmente verde com uma mancha azul arroxeado no centro da parte inferior do peito e o barriga. Na parte superior, o cauda √Č verde com pontas azuis para Penas centrais; na parte inferior, verde azulado. Pico branco-de-rosa: Cere Rosa; marrom do √≠ris; pernas cinza.

    O feminino falta o remendo no barriga azul violeta. O imaturo é como o adulto mas o respectivo jovem do sexo masculino tem em roxo menos azul parte inferior.

    • Som do Papagaio-de-peito-roxo.

    Sua cantar Isso é semelhante a um Tordo (Molothrus).

    Habitat:

    O Papagaio-de-peito-roxo Eles vivem nas florestas tropicais do coppice, geralmente preferindo a copa e os andares superiores de floresta alta, rico em brom√©lias, ao longo de cursos de √°gua nos vales. Visite √°reas cultivadas com pomares e planta√ß√Ķes e √°reas suburbanas, por vezes arborizadas (por exemplo, em S√£o Paulo).

    Principalmente observada em altitudes de 300-700 m, talvez 1,000 metros em alguns lugares, mas também que habitam terras baixas ao nível do mar. A natureza esporádica de relatórios, com aparente ausência de áreas aparentemente adequados, Ele sugere alguns aspectos críticos da sua ecologia mal compreendida.

    Reprodução:

    Observados ninhos em cavidades de árvores de grande porte ou tocos de palma. fortemente territorial, pelo menos, durante a elevação, com separação até ninhos 2 km. O época de reprodução Ele abrange os meses de setembro a janeiro, talvez um pouco mais cedo ou mais tarde.

    Alimentos:

    Sua dieta est√° formada, principalmente, por frutas, sementes, surtos e n√©ctar, alguns insetos e seus larvas (aves olhando visto insetos voadores); Alimentos espec√≠ficos incluem Pachystroma, Actinostemon, Sebastian, Eugenia, Campomanesia e Euterpe edulis, tamb√©m ocasionalmente crosta, e frutas c√≠tricas planta√ß√Ķes.

    Distribuição e estatuto:

    Tama√Īo de su √°rea de distribuci√≥n (cr√≠a/residente): 361.000 km2

    Esta esp√©cie √© rara end√™mico Mata Atl√Ęntica do Sudeste Brasil, principalmente em Rio de Janeiro, S√£o Paulo e Rio Grande do Sul, no sudeste da Brasil. H√° registros adicionais do Sul Bahia (nenhum desde 1833), Minas Gerais, Brasil (alguns registros duvidosos), Do Esp√≠rito Santo (quatro ou cinco locais), Paran√° (tr√™s registros modernos) e Santa Catarina (Mesorregi√≥n del Valle del Itaja√≠, Valle de Tijucas e a regi√£o de Serra do Mar, no norte do estado [do Ros√°rio 1996, G. Kohler em alguns. 2011]).

    A esp√©cie √© bastante comum em grandes fragmentos florestais na Valle de Itaja√≠ (G. Kohler em alguns ., 2011). Devido a altera√ß√Ķes no habitat nas terras baixas Santa Catarina, os registros mais recentes nesse estado v√™m de florestas de altitude (G. Kohler em alguns ., 2011). Dois registros em Miss√Ķes, Argentina, necessitam de confirma√ß√£o. A popula√ß√£o foi estimada anteriormente menos de 5.000 indiv√≠duos (Lambert et para o ., 1993), Mas Bencke (1996) sugerido que pode haver 10.000 em Rio Grande do Sul e os n√ļmeros significativos na encosta leste da Serra do Mar; No entanto, a aparente raridade da esp√©cie sugere que estes n√ļmeros podem ser uma superestimativa (J. Gilardi em litt., 2010). Em geral, suspeita-se que a popula√ß√£o est√° em decl√≠nio, embora na Parque Estadual dos Tr√™s Picos, Rio de Janeiro, Parece ter se mantido est√°vel desde 2003 (A. Foster em um pouco).

    Popula√ß√£o pouco conhecido devido a h√°bitos de camuflagem. Talvez mais numerosos em muitos encostas viradas a leste do Serra do Mar em Rio de Janeiro e S√£o Paulo; perda de habitat em larga escala certamente causou um s√©rio decl√≠nio na sua popula√ß√£o, ea fragmenta√ß√£o da sua gama de. Embora as florestas de terras altas h√ļmidas permanecem em quantidades substanciais em Serra do Mar, a substitui√ß√£o de florestas nos vales e encostas mais baixas com planta√ß√Ķes de banana pode levar a novas quedas.

    Capturados para LBMS locais e comercializado em pequenas quantidades a n√≠vel internacional. H√° registros de v√°rias √°reas protegidas, mas a maioria deles pode ser insuficiente para apoiar as popula√ß√Ķes desta esp√©cie, devido √† sua baixa densidade.

    Conservação:

    ‚ÄĘ Atual categoria da lista vermelha do UICN: Quase amea√ßada.

    ‚ÄĘ Tend√™ncia de popula√ß√£o: decrescente.

    Justificação da categoria da lista vermelha

    Esta espécie é classificada como quase ameaçada porque suspeitam está em um declínio moderadamente rápido devido à A perda de habitat e, talvez a uma menor extensão, para o capturar para o comércio gaiola.

    Justificação da população

    O tamanho da popula√ß√£o do mundo n√£o foi quantificado, mas esta esp√©cie √© geralmente descrito como “raros” (Stotz et para o ., 1996), embora seja localmente comum em alguns lugares.

    Justificação da tendência

    Se sospecha una moderada e cont√≠nua diminui√ß√£o da popula√ß√£o dependendo das taxas de perda de habitat e talvez, em menor grau, capturar para o com√©rcio de aves. A diminui√ß√£o n√£o √© pensado para ser mais r√°pido porque a esp√©cie ocorre em √°reas montanhosas onde o desmatamento √© geralmente menos grave, Parece a tolerar florestas secund√°rias maduras e observa√ß√Ķes casuais sugerem que √© localmente est√°vel, por exemplo, no Parque Estadual dos Tr√™s Picos, Rio de Janeiro. (A. Foster em um pouco ., 2013).

    Ecologia e conservação de Loro Ventriazul em fragmentos florestais remanescentes no Rio Grande do Sul

    Este projecto tem como objectivo recolher informa√ß√Ķes b√°sicas sobre a popula√ß√£o, distribui√ß√£o e ecologia Papagaio-de-peito-roxo no centro da Rio Grande do Sul, onde uma grande popula√ß√£o da esp√©cie est√° diminuindo rapidamente devido √† fragmenta√ß√£o de habitat. A utiliza√ß√£o da t√©cnica de radiotelemetria ir√° determinar a √°rea de utiliza√ß√£o de esp√©cies e avaliar a sua capacidade de dispers√£o. Estudos biologia desta esp√©cie √© o objetivo de determinar os elementos da sua dieta e recolher informa√ß√Ķes sobre o comportamento e reprodu√ß√£o. Atrav√©s deste informa√ß√Ķes, Destina-se a delinear um plano regional para a conserva√ß√£o Papagaio-de-peito-roxo e seu habitat, em conjunto com os agentes locais. (TO)

    Estado de conservação:

    UICN: Vulneráveis (com + 2(c), (d), Cl, Q2A). no início perigo de extinção (Q2A: veja Collar et al., 1994). CITES: Apêndice II.

    Estado de protecção nacional: Protegido por lei federal e incluído na lista IBAMA de espécies brasileiras ameaçadas de extinção (Bernardes et ai 1990).

    Em cativeiro:

    desconhecido em cativeiro.

    Nomes alternativos:


    - Blue-bellied Parrot, Blue bellied Parrot, Purple-bellied Parrot (inglés).
    - Crick √† ventre bleu, Ca√Įque √† ventre bleu (franc√©s).
    - Blaubauchpapagei, Blaubauch, Blaubauch-Papagei (alem√°n).
    - Papagaio-de-peito-roxo, araçoiaba, araçuaiava, cica, sabiá-ci, sabiá-cica (portugués).
    - Loro de vientre azul, Loro Sabi√°-cic√°, Loro Ventriazul (espa√Īol).
    - araçoiaba, araçuaiava, cica, sabiá-ci, Sabiá-cica (Brasil).

    Johann Baptist von Spix

    Classificação científica:

    - Orden: Psittaciformes
    - Familia: Psittacidae
    - Genus: Triclaria
    - Nombre científico: Triclaria malachitacea
    - Citation: (von Spix, 1824)
    - Protónimo: Psittacus malachitaceus

    Imagens Papagaio-de-peito-roxo:

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    Papagaio-de-peito-roxo (Triclaria malachitacea)

    Fontes:

    Avibase
    – Papagaios do mundo ‚Äď Joseph Vaz M
    – Papagaios um guia para os papagaios do mundo – Tony Juniper & Mike Par
    BirdLife

    Fotos:

    (1) РTriclaria malachitacea РParanapiacaba РSanto André por Carlos HenriqueFlickr
    (2) РPapagaio Azul-inchado (também conhecido como o papagaio roxo-de-barriga); dois numa jaula com um ninho por TJ Lin [CC BY-SA 2.0], via Wikimedia Commons
    (3) РA fêmea azul-de-barriga Parrot (também conhecida como papagaio roxo-de-barriga) em Walsrode Bird Park, Alemanha por ipfreaks [CC BY-SA 2.0], via Wikimedia Commons
    (4) РSabiá-cica (Triclaria malachitacea) РFêmea by Cláudio Dias TimmFlickr
    (5) – Sabi√°-cic√° (Blue-berried Parrot) – Guia de Aves em ePUB by M√°rcio DuarteFlickr
    (6) – cyanogaster Psittacus ou azul-Inchado Parrakeet por Biblioteca de patrim√īnio de biodiversidadeFlickr

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    Anatomia do Psitacidae


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    Espécies do gênero Triclaria

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