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Cão de Fila de São Miguel
Portugal FCI 340 - Molossóides - Dogue

O cão Cão de Fila de São Miguel É uma raça de cão Portugal, especificamente as ilhas dos Açores.

Fila de San Miguel

Conteúdo

História

Com o povoamento do arquipélago dos Açores e o início da exploração das condições óptimas das ilhas para a criação de gado, a necessidade de cães nas ilhas para ajudar a dirigir e defender o gado logo se tornou aparente, datando do século XVI, a primeira referência à  sua presença, particularmente na ilha de São Miguel. Esses animais são reconhecidos como precursores de Cão de Fila de São Miguel.

Embora a existência de Cão de Fila de São Miguel, como uma raça individual, foi gravado desde o inà­cio do século 19, só em 1982 começou a ser registrado por António José Amaral com a colaboração de Maria de Fátima Machado Mendes Cabral, médico veterinário, a fim de criar um censo de seus rebanhos. O primeiro cão oficialmente registrado da raça foi o «Corisca», um representante perfeito da sua raça.

É também por iniciativa dessas mesmas duas pessoas que, em 1984, dois anos após o inà­cio do registro de pessoas, a primeira norma oficial é publicada. Em 1995 foi proposto à  FCI (Federação Internacional de Cinologia) e a raça foi finalmente reconhecida em 2008.

Origem:

A raça conhecida hoje como Cão de Fila de São Miguel descendente de mastines e Alano trazido inicialmente para as ilhas dos Açores pelos primeiros colonos do continente. Mais tarde, e através do contato com outras pessoas que vieram e se estabeleceram nos Açores, o patrimà´nio genético da raça foi enriquecido por cruzamentos feitos com Mastim Inglês, bulldogs e Dogue-de-bordéus, até o culminar do surgimento da nova raça, com características morfológicas e temperamentais totalmente definidas.

Além dos mencionados, outras raças podem fazer parte da linhagem Fila de San Miguel, como o Cão de Santo Humberto, também conhecido como Bloodhound, e o Dogue canário, uma raça espanhola das Ilhas Canárias, mas o link verdadeiro – sim tem – entre essas raças e o Fila de São Miguel ainda não comprovado.

Vídeo "Cão de Fila de São Miguel"

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Características físicas

O Cão de Fila de São Miguel Caracteriza-se por ser um animal de porte e feições rústicas e caracteristicamente mais comprido que alto. A raça é de tamanho médio, muscular, mas sem a aparência pesada de outras pessoas.

O focinho é bem proporcionado, aparentemente curto, mas esconde uma boca larga, com uma prótese total, capaz de uma mordida poderosa. A cabeça tem uma aparência sólida, largo e com as orelhas bem colocadas em cima, implantado em um pescoço forte que parte de um tronco sólido, com um amplo e profundo peito. As pernas são proporcionais ao corpo, sendo a frente, geralmente, ligeiramente separado.

O casaco é forte, suave e densa, e sempre listrado, e pode ser tawny, cinza ou amarelo, com malha branca no peito. As pernas também podem ser brancas. A cauda é implantada alta, é grosso, comprimento médio e levemente curvado. É amputada na altura da segunda ou terceira vértebra, ou é naturalmente curto.

  • Pelo: curto, suave, densa, com cabelos texturizados.
  • Cor: cabelo grisalho, areia carbonatada (cinza), amarelo com todos os tons desbotados; sempre estriado. Pode mostrar manchas brancas na testa ou do queixo ao peito, e manchas brancas no antepé, no final ou em todos os quatro.
  • Tamanho: machos, de 50 - 60 cm; fêmeas, de 48 - 58 cm.

Caráter e habilidades

Corrida de uma inteligência viva e nà­tida, com grande facilidade de aprendizado, a força do caráter do Cão de Fila de São Miguel, juntamente com uma desconfiança dos instintos estranhos de todos os guardiões por vocação, pode ser facilmente confundido com agressividade, mas esconde uma natureza gentil com aqueles com quem lida de perto, enquanto permanece um guardião tenaz e corajoso daqueles que o tratam. Sua lealdade à  sua famà­lia humana é extrema.

Com ênfase ainda maior, dada a natureza dominante da raça, a educação e a sociabilidade dos filhotes devem ser feitas desde o nascimento, expondo gradualmente os animais a novas situações e estímulos, a fim de melhorar o desenvolvimento de indivà­duos equilibrados, capazes de viver com seres humanos e outros animais.

Não é uma raça adequada para iniciantes, dada a sua natureza dominante, reforçada por sua força física e seu caráter fortemente independente e autônomo.

Mesmo como animal de estimação, um Cão de Fila de São Miguel deve ter a oportunidade de ter uma tarefa para executar. O treinamento completo é sempre um meio simples e eficaz de fortalecer o relacionamento entre a famà­lia humana e o animal, proporcionando o exercício físico e mental necessário para o treinamento e desenvolvimento de um animal bem equilibrado.

Contudo, dadas as características intrínsecas da raça, treinando uma cópia do Cão de Fila de São Miguel É uma tarefa que pode ser bastante difícil para quem tem pouca experiência com cães.. Sendo uma raça muito inteligente e dominante, não responderá bem ao uso da força. Socialização completa recomendada.

O cão pastor pela tradição e excelência, sua aptidão natural para o gado pode, com o treinamento certo, pode ser canalizado para o cuidado de cavalos e outros pequenos ruminantes, como ovelhas e cabras. Quando não canalizado para pastagem, o Cão de Fila de São Miguel já demonstrou sua aptidão para a caça desportiva, como o javali e o veado.

Seu temperamento forte e protetor também é valorizado como um cão de autodefesa..

Saúde «Fila de São Miguel»

Ser uma raça rústica, está com uma saúde robusta e não há registros até o momento que sugiram que haja alguma patologia à qual a raça seja especificamente propensa por razões genéticas. A esperança média de vida desta raça é calculada em 12 anos.

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A mesma robustez que dá vigor à  raça também a torna uma raça mal mantida em sentido estrito. Os cabelos curtos e duros podem ser escovados ocasionalmente e os banhos serão esporádicos.. A alimentação adequada e equilibrada dará aos filhotes em desenvolvimento o que eles precisam para se tornarem adultos saudáveis, e o mesmo regime será suficiente para garantir a saúde do adulto..

Imagens do "Cão de Fila de São Miguel"

Tipo e reconhecimentos:

  • CLASSIFICAÇÃO FCI:
  • Grupo :
  • Seção : . .

Federações:

  • – FCI – Grupo 2: Cães do tipo Pinscher e Schnauzer, Molossóides e Cães de Montanha, e Boiadeiros Suiços. Seção 2: Molossóides. 2.1 tipo dogue. ⓘ

Padrão da raça FCI "Cão de Fila de São Miguel"

Origem:
Portugal

Data de publicação do padrão original válido:
21.05.2007

Uso:

cão de gado



Aparência geral:

Robusto e resistente.



PROPORà‡à•ES IMPORTANTES:

  • Ligeiramente mais longo do que alto.


Comportamento / temperamento:

Cão pastor por excelência, é igualmente um bom cão de guarda de bens e pessoas. Ele tem um caráter muito determinado com estranhos, mas dócil com seu dono.
Muito inteligente e muito reactivo. No exercà­cio de suas funções, conduz rebanhos leiteiros, morde baixo para não danificar os úberes das vacas.. Contudo, quando se trata de gado perdido, pode morder mais alto

Cabeça:

Strong, de aparência quadrada. Eixos paralelos longitudinais superiores cranio-faciais.

Região craniana:
  • Crânio: Grande, ligeiramente volumoso, pouca protuberância occipital aparente.
  • Chanfro nasal (Stop): Se pronuncia.

Região facial:

  • Trufa: Ampla e preta.
  • Focinho: Reto, ligeiramente curvo, ligeiramente mais curto que o comprimento do crânio.
  • Lábios: Bien pigmentados, sobreposição, rasgado, empresa, ligeiramente curvado no perfil inferior.
  • mandíbulas: Muito fortes, bem desenvolvido. Com boa oposição.
  • Os dentes: Dentição completa com tesoura ou pinça.
  • Olhos: Oval, expressivo, ligeiramente afundado, castanho escuro, horizontal, médias.
  • Orelhas: Inserção acima da média. Quando não cortados, são médios triangulares e pendentes, mas ligeiramente separados da face. Normalmente corte na rodada.

Pescoço:

Com boa conexão, reta, comprimento forte e médio. Não há queixo duplo.

Corpo:

  • Porta-malas: Strong, muscular, com um peito largo.
  • No peito: Largo e abaixado.
  • Voltar: Reto.
  • Lombo de porco: Comprimento médio, largo e bem musculoso.
  • Alcatra: De comprimento médio em relação ao corpo, ligeiramente predominante em relação à  cruz.
  • linha de fundo: Perfil de baixo para cima, ventrículos e flancos proporcionais ao corpo.

Cola:

Inserção alta, espessura.

Extremidades

Membros anteriores: Strong.

  • Ombro: Ângulo escápulo-umeral ligeiramente aberto.
  • Brazos: Forte de comprimento médio, bom muscular.
  • Antebraço: Grosso e bem musculoso.
  • Carpo: Espesso.
  • Metacarpo (Pastern): Espesso, duração média.
  • Mãos: oval, com unhas e dedos fortes.

Membros posteriores: Strong, moderadamente separado.

  • coxas: Longo, muscular, com um ângulo coxo / femoral aberto.
  • Pernas: Comprimento médio, muscular.
  • Metatarso: Comprimento médio. Pode ter presunções.
  • Pés: Comprimento médio: oval, com dedos fortes não muito enrolados. Unhas fortes.

Movimento:

Fácil e solto. em movimento, as costas balançam um pouco.

Manto

  • Pele: Grosso e pigmentado.
  • Abrigo: Curta, suave, densa, com uma textura forte, ligeiramente delimitado na cauda, a região anal e posterior.
  • Colorações: Jovem corça, areia carbonizada e cinza, em tons claros e escuros e deve ser sempre tigre. A presença de um homem branco é permitida na região frontal e no peito de mentol, assim como a coloração branca nas mãos (homem branco), os pés (pedal) ou em todas as pernas simultaneamente (quadrado branco).


Tamanho e peso:

Machos

  • Altura à  Cruz: 50 - 60 cm
  • Peso: 25 - 35 kg

fêmeas

  • Altura à  Cruz: 48 - 58 cm
  • Peso: 20 - 30 kg


Falhas:

Qualquer desvio dos pontos anteriores deve ser considerado uma falta e a gravidade com que a falta deve ser considerada deve ser na exata proporção de seu grau e seus efeitos sobre a saúde e o bem-estar do cão..



FALTAS GRAVES:

  • Cabeça: eixos convergentes do crânio e focinho.
  • mandíbulas: Boca ligeiramente acima ou abaixo.

FALTAS DE ELIMINAÇÃO

  • Agresivo o demasiado tímido.
  • Qualquer cão que mostre claramente anormalidades físicas ou comportamentais.
  • Eixos divergentes do crânio e focinho.
  • Severamente acima ou abaixo da boca.


N.B.:
  • Os machos devem ter dois testículos de aparência normal totalmente descidos no escroto..
  • Apenas cães funcionais e clinicamente saudáveis ​​devem ser usados ​​para reprodução., com a conformação típica da raça.

Fonte: F.C.I - Federação Cinológica Internacional

Nomes alternativos:

1. Cão de fila de São Miguel, São Miguel cattle dog, São Miguel catch dog, Azores cattle dog, Azores cow dog (inglês).
2. fila de Saint Miguel (Francês).
3. Cão Fila de São Miguel (alemão).
4. Fila de São Miguel, Cão das Vacas (português).
5. (espanhol).

Fonte:

Wikipédia

Fotos:

1 – Cão Fila de São Miguel during International dog show in Rzeszów, Poland por Pleple2000 / CC BY-SA
2 – Cão Fila de São Miguel during International dog show in Rzeszów, Polônia. por Pleple2000 / CC BY-SA
3 – No Pico Queimado da Ribeira Grande, Filho e Mãe by A vida / CC BY-SA
4 – Helsinque, Show do Vencedor do Finlandês 2015. por Tomasina / CC BY-SA

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Rafeiro do Alentejo
Portugal FCI 96 - Molossóides . Montanha

Rafeiro do Alentejo

O Rafeiro do Alentejo É um excelente cão de guarda nas fazendas e casas do Alentejo.

Conteúdo

História

O Rafeiro do Alentejo (Mastim Alentejano), como o próprio nome sugere, vem da região portuguesa de Alentejo, estendendo-se a sul do rio Tejo até ao Algarve. o cão de raça, que dentro do FCI pertence ao grupo 2 (Molossóides), Subseção Mountain Dogs, tem uma longa história como cão pastor. Embora pouco se saiba sobre a origem exata dessa raça rara, seus pais devem ser encontrados nos cães molossianos do Oriente Médio. O Cão da Serra da Estrela (Star Mountain Dog), também de portugal, provavelmente também estava envolvido em sua origem.

Nas planà­cies alentejanas, os pastores usavam Rafeiro do Alentejo pastorear e conduzir gado. O que mais, o intrépido amigo de quatro patas protegeu o rebanho que lhe foi confiado, evitando com segurança ataques de animais selvagens ou ladrões. Especialmente à  noite, o Rafeiro do Alentejo defendeu seu rebanho no sangue. Os grandes proprietários ricos apreciaram o cão imponente não apenas como um protetor vigilante, mas também como um símbolo de status de força e poder.

À medida que a industrialização avançava e os grandes latifúndios diminuíam, o rafeiro ficou mais estranho. No inà­cio do século XX, cães deste tipo estavam quase extintos. Contudo, um pequeno círculo de entusiastas garantiu que a raça fosse preservada. Em 1940 um primeiro padrão de raça foi estabelecido. 14 anos mais tarde, Federação Cinológica Internacional (FCI) finalmente reconheceu a raça.

Características físicas

Quando o Rafeiro do Alentejo, ladrões de gado e animais selvagens fogem rapidamente: Quem iria querer mexer com um cachorro tão grande e poderoso?

Com uma altura na cernelha de até 76 cm e um peso de aproximadamente 50 kg, o cão de raça portuguesa tem uma aparência muito marcante. Sua cabeça maciça e seu corpo forte e musculoso dão uma impressão defensiva.. Olhe com calma para o seu oponente com pequenos olhos castanhos, entre os quais há um ligeiro sulco, mas nada escapa do seu olhar atento.

Apesar de sua forma volumosa e marcha um tanto pesada e lenta, o corpo do Rafeiro do Alentejo parece ser bastante longo do que largo. O pescoço oferece uma boa transição para o ombro, as costas são retas. A cauda é bem mobiliada e espessa na base, bastante baixo e forma uma ligeira curva ascendente quando excitado. Em posição de repouso, chega ao jarrete. Orelhas do Rafeiro eles são de tamanho médio e caem para um lado quando dobrados.

A pelagem densa e suave do cão pastor português é de comprimento curto a médio e possui subpêlo abundante, oferecendo proteção confiável em todas as condições climáticas. O Rafeiro do Alentejo está disponà­vel em preto, Lobo cinzento, leonado ou amarelo com ou sem manchas brancas. Também é permitida uma cor de base branca com manchas amarelas., bem como espécimes tigrados de acordo com o padrão da raça.

Caráter e habilidades

À noite, o Rafeiro do Alentejo ele está no seu melhor momento: nada escapa do seu olhar atento, seu bom olfato e seus excelentes ouvidos. Quem ousar entrar em seu território é capturado sem aviso prévio e, Sim é necessário, atacado. Pastores que têm um Rafeiro eles não precisam mais temer ladrões ou caçadores.

Como um cachorro de raça pura, cuja única tarefa é acompanhar e proteger sua família, o cão de raça portuguesa é completamente inadequado. Embora ele seja fiel e leal à  sua famà­lia, sua nitidez inata é difícil de controlar, mesmo com uma educação consistente. Depois de tudo, o inteligente e autoconfiante Rafeiro do Alentejo sempre foi usado para trabalhar e agir de forma independente. Contudo, a vontade de subordinar e obedecer não está entre seus pontos fortes.

Quem quer manter um Rafeiro do Alentejo Você deve ser capaz de oferecer a ele um grande território no qual seu instinto vigilante e protetor possa viver de acordo com seu humor. Isso não significa, É claro, que alguém deveria deixar esse cachorro ir. Um proprietário responsável socializa e educa seu cão desde o inà­cio. Mostra claramente quem tem as rédeas em sua mão e onde estão seus limites. Ao mesmo tempo, ele também aceita que seu amigo de quatro patas precise de sua liberdade. O Rafeiro nunca se tornará um "bom cachorrinho".

Compre um Rafeiro do Alentejo

Os interessados ​​em um Rafeiro do Alentejo Às vezes, os puros-sangues precisam percorrer um longo caminho para encontrar um criador adequado. Contudo, pessoas que querem comprar esse cachorro por capricho, deve abster-se de comprá-lo. O Rafeiro é e continua sendo um excelente cão pastor e deve ser mantido nesse contexto. Quem quer torná-lo um cão de companhia adequado para a família, Você não está fazendo nenhum favor a si mesmo ou ao cachorro..

Saúde e esperança de vida do “Rafeiro del Alentejo”

As doenças típicas da raça são pouco conhecidas devido à baixa propagação da raça. O Rafeiro é um cão muito robusto cuja expectativa de vida é comparativamente alta, de 12 - 14 anos. Contudo, como todos os cães de tamanho e formato, Você também pode ter problemas nas articulações, como displasia da articulação do quadril ou displasia do cotovelo.

A dieta do “Rafeiro do Alentejo”

Em princípio, esta raça não tem necessidades dietéticas específicas. Contudo, uma dieta equilibrada e saudável é, É claro, também importante para este cachorro – também ou especialmente em relação a possà­veis problemas articulares. Portanto, seguindo a dieta de cachorro de alta energia, um alimento com baixo teor de proteína deve ser dado primeiro para evitar que o cão jovem cresça muito rapidamente. No cão adulto, o valor energético dos alimentos pode aumentar novamente. Agora, carne fresca, através do qual a quantidade necessária de proteína animal é absorvida, deve principalmente encher a tigela de alimentação. Legumes frescos e arroz são adequados para um enfeite saudável. O peixe pode ser dado como uma alternativa à  carne.

Classificações do "Rafeiro do Alentejo"

Coexistência é importante que você tem com seu novo amigo. Plantearte antes de adquirir uma raça de cão "Rafeiro do Alentejo" você sabe alguns fatores. Nem todas as raças de cães são capazes de viver em um apartamento, Você deve levar em conta a sua qualidade, sua necessidade de exercà­cio, sua interação com outros animais de estimação, seu cuidado e se você tiver crianças pequenas, o seu nà­vel de tolerância para com eles.

Adaptação ⓘ

3,0 de 5 estrelas (com base em 1 revisão)

Cão amigável ⓘ

2,0 de 5 estrelas (com base em 1 revisão)

Perda de pêlo ⓘ

3,0 de 5 estrelas (com base em 1 revisão)

Nível de afeto ⓘ

4,0 de 5 estrelas (com base em 1 revisão)

Necessidade de exercício ⓘ

3,0 de 5 estrelas (com base em 1 revisão)

Necessidade social ⓘ

1,0 de 5 estrelas (com base em 1 revisão)

Casa ⓘ

3,0 de 5 estrelas (com base em 1 revisão)

Cuidado ⓘ

2,0 de 5 estrelas (com base em 1 revisão)

Amigável com estranhos ⓘ

2,0 de 5 estrelas (com base em 1 revisão)

Latindo ⓘ

4,0 de 5 estrelas (com base em 1 revisão)

Saúde ⓘ

3,0 de 5 estrelas (com base em 1 revisão)

Territorial ⓘ

5,0 de 5 estrelas (com base em 1 revisão)

Amigo dos gatos ⓘ

2,0 de 5 estrelas (com base em 1 revisão)

Inteligência ⓘ

4,0 de 5 estrelas (com base em 1 revisão)

Versatilidade ⓘ

1,0 de 5 estrelas (com base em 1 revisão)

Adequado para crianças ⓘ

3,0 de 5 estrelas (com base em 1 revisão)

Vigilância ⓘ

5,0 de 5 estrelas (com base em 1 revisão)

Alegria ⓘ

1,0 de 5 estrelas (com base em 1 revisão)

Tipo e reconhecimentos:

  • CLASSIFICAÇÃO FCI:
  • Grupo :
  • Seção : . .

Federações:

  • – FCI – Cães do tipo Pinscher e Schnauzer-Molossoide – Cães de Montanha e Boieiros Suiços. Seção 2.2 Molossóides, tipo Montanhês. ⓘ
  • – AKC – FSS ⓘ
  • – UKC – Cão de guarda ⓘ

Padrão da raça FCI "Rafeiro do Alentejo"

Origem:
Portugal

Data de publicação do padrão original válido:
04.11.2008

Uso:

É um excelente cão de guarda nas quintas alentejanas, e também é um cão pastor muito estimado. Sou eu



Aparência geral:

É um cão de grande porte, forte, rústico, sóbrio. De perfil convexilíneo poco acentuado. é sublongilinear (um pouco mais longo do que largo).

  • PROPORà‡à•ES IMPORTANTES: Retangular (Sub- longilíneo) com uma altura na cernelha um pouco menor que o comprimento de seu corpo.
  • A largura do crânio em relação ao comprimento da cabeça deve ter uma proporção de 1/ 2
  • O comprimento do focinho e do crânio deve ter uma proporção de 2 / 3
  • A profundidade do peito deve ser ligeiramente menor que a metade da altura na cernelha.


Comportamento / temperamento:

Um excelente cão de fazenda e cão de guarda de propriedade. Também é muito útil como protetor de gado, mais vigilante à noite, sendo muito sério quando confiado a qualquer território ou propriedade.

Sua expressão é calma e confiante, nunca agresivo o tímido.

Cabeça:

Volumoso tendendo a ser sólido em proporção ao tamanho do cão, largo na parte de trás do crânio, estreito e menos convexo no focinho. O eixo craniofacial superior é moderadamente divergente.

Região craniana:
  • Crânio: Largura; saliente em ambos os eixos. Os arcos superciliares não são proeminentes. O sulco frontal não é muito pronunciado entre os olhos e acima deles. A protrusão occipital é pouco aparente. O espaço interatrial é de curvatura regular e leve.
  • Nasofrontal depression (Stop): É pouco pronunciado

Região facial:

  • Trufa: Oval e preto. Seu membro é ligeiramente truncado de cima para baixo e da frente para trás. Janelas nasais bem abertas.
  • Focinho: Seção transversal saliente. O perfil da ponte nasal é reto. O comprimento do focinho é menor que o do crânio. É de amplitude média.
  • Lábios: Ligeiramente inclinado na frente, sobreposto e bem dividido. eles são finos, empresa, com um perfil inferior ligeiramente curvo.
  • mandíbulas / Dentes: Strong, bem desenvolvido e bem oposto. Bite em tesoura, é aceito na braçadeira.
  • Bochechas: Ligeiramente evidente com zona massetérica proeminente. Olhos: Pequeno, elíptico quase raso. Eles são marrons (de preferência escuro), horizontal, e pouco. As pálpebras possuem pigmentação escura firme aderente aos olhos. expressão calma.

Orelhas: Inserção média. Estão dobrados, pende para os lados e tem pouco movimento. Quando o animal está ativo, suas orelhas ficam dobradas, ereto na base e mais flexionado verticalmente. Eles são triangulares, pequeno e estreito na base; sua largura na base é igual ao comprimento do eixo mediano do pavilhão.

PESCOà‡O: Bem colocado nos ombros, reta, curto, forte com barbela longitudinal simples e uniforme, proporcional ao tamanho.

Pescoço:

Bem colocado nos ombros, reta, curto, forte com barbela longitudinal simples e uniforme, proporcional ao tamanho.

Corpo:

É forte, bom muscular, um pouco mais longo do que sua altura na cernelha, volumoso.

  • linha superior: Derecha, quase nivelado, uma leve inclinação da parte posterior é tolerada.
  • Cruz: Não proeminente, bem conectado ao pescoço. Voltar: Ligeiramente inclinado, tendendo para a horizontal.
  • Lombo de porco: Reto e comprimento médio. É amplo, bem musculoso e ligeiramente volumoso.
  • Alcatra: Ligeiramente inclinado, tempo médio, largo e musculoso, em relação à  substância.
  • Peitoril: Não muito aparente, ampla.
  • No peito: Grande, bem abaixado ou ligeiramente acima do nà­vel do cotovelo.
  • Costelas: bem arqueado, ligeiramente inclinado para trás.
  • Barriga e quadris: Esterno quase horizontal. Não é estreito e prolonga a linha do esterno..

Cola:

É longo e grosso, conjunto médio seguindo a linha da alcatra. Tem uma curva na ponta, mas não é dobrado. Quando o cão está em repouso ele cai sob o jarrete; quando ativo, pode ficar torto.

Extremidades

MEMBROS ANTERIORES: São fortes, separado; visto de frente e de lado, eles estão bem posicionados.

  • Ombro: Strong, tempo médio, bem desenvolvida e muscular. Ângulo escápula-úmero aproximadamente 105º.
  • Braço: Strong, tempo médio, inclinado e musculoso.
  • Cotovelos: Colado ao peito, inclinando-se nem para dentro nem para fora. Ângulo rádio-umeral entre 130º e 135º.
  • Antebraço: É vertical, longo, grosso e bem musculoso.
  • Carpo: Espesso. Com boa articulação.
  • Metacarpo: É grosso, comprimento médio e ligeiramente inclinado. Pés anteriores: Eles não são esmagados. Os dedos são grossos e longos, eles estão bem fechados e não muito dobrados. As unhas são fortes e sua cor varia de acordo com o cabelo. As almofadas são grossas e resistentes.

MEMBROS POSTERIORES: Strong, separado, e vistos por trás e de lado eles estão bem posicionados.

  • Coxa: Longo, Largura, músculos dificilmente observáveis. Ângulo do quadril - fêmur aproximadamente 105º.
  • articulação do joelho: Junta forte, em linha com o corpo sem inclinar ou sair, Ângulo fêmur-tíbia entre 125º e 130º. Perna: Um pouco inclinado e de comprimento médio. É musculoso. Jarrete: Médio alto. É magro. Ângulo tíbia-tarso aproximadamente 140º.
  • Metatarso: Espesso, comprimento médio, ligeiramente inclinado. Pode ter ergà´s simples ou duplos.
  • Pés de volta: Eles não são esmagados. Os dedos são grossos e longos, eles estão bem fechados, e eles não são muito curvados. As unhas são fortes e sua cor varia de acordo com o cabelo. As almofadas são fortes e resistentes.

Movimento:

Pesados, lento e ondulante sem exagero.

Manto

PELE: A pele é grossa e ligeiramente solta. As membranas mucosas são parcial ou totalmente pigmentadas de preto.

  • Pelo: Deve ser curto ou de preferência semilongo. É grosso, suave e densa. É distribuà­do uniformemente pelo corpo e se estende aos espaços interdigitais.
  • Cor: Preto, wolfhound, leonado ou amarelo. Branco com essas cores ou essas cores com branco, manchado, listrado ou tigrado.


Tamanho e peso:

Altura à  Cruz:

  • Machos: 66 - 74 cm.
  • fêmeas: 64 - 70 cm.

Peso:

  • Machos: 45 - 60 kg.
  • fêmeas: 35 - 50 kg.


Falhas:

Qualquer desvio dos critérios acima é considerado faltando e a gravidade é considerada o grau de desvio do padrão e seu impacto sobre a saúde e o bem-estar do cão.

  • Comportamento: Timidez.
  • Apariência geral: Aparência geral ruim, magreza, Obesidade.
  • Caña nasal: Longo, fechar, um pouco curvo de perfil com um nariz truncado verticalmente.
  • Leunea Superior: dorso encarpado o ensillado.
  • Gsemelhança: muita gota, longo, fechar.
  • Companhial-: Com inserto muito alto, ou muito baixo.
  • Antigatremidades: Jarrete de vaca, muito largo na frente, angulações erradas, falta de postura correta.
  • Pemisto é: Desproporcional ao tamanho do corpo, pé aberto ou pé de lebre,
  • Pelo: Mau aparência da pele Cabelo comprido, ondeado o alambrado.

FALTAS GRAVES:

  • ApArience geral: Estrutura leve ou linfática.
  • Celes não estão vindo: Desproporcional ao tamanho do cão, falta de volume, pare pronunciado, crânio plano ou estreito, eixos faciais do crânio longitudinal superior paralelo
  • Ojos: Cor clara, não elíptico, inclinado, pálpebras frouxamente aderidas ao globo ocular.
  • Obares: Grande, arredondado, não dobrado, não pendurado, parcialmente amputada
  • Cuisto: Ausência de papada, muitos vincos ou queixo duplo.
  • Peco: Perto, costelas planas
  • Companhial-: Curvo quando em repouso, um gancho na ponta, corta Amputada.
  • Membranas mucosas: Ausência de pigmentação parcial externa da boca, pálpebras, lábios e nariz.
  • Ta mão: Machos: menos de 66 cm. ou mais que 75 cm. fêmeas: menos de 64 cm. ou mais que 71 cm

FALHAS DE DESCALIFICANTES:

  • Agressividade ou extrema timidez.
  • Qualquer cão que mostre sinais claros de anormalidades físicas ou comportamentais deve ser desqualificado..
  • Tempemcidade: Atípico.
  • ApArience geral: Estrutura extremamente leve ou linfática.
  • Celes não estão vindo: Estreito e longo.
  • Caña nasal: excessivamente longo, o perfil arqueado.
  • Dementidades: Prognatismo superior ou inferior.
  • Ojos: Clara, de diferentes cores ou dimensões, parcialmente coberto pela terceira pálpebra.
  • Obares: Implantado alto ou baixo, arredondado ou grande.
  • Companhial-: Ausência (anúria).
  • Mucoso: ausência de cor preta no nariz, as janelas, boca e lábios (albinismo).
  • Pelo: Cetim.


N.B.:
  • Os machos devem ter dois testículos de aparência normal totalmente descidos no escroto..
  • Apenas cães funcional e clinicamente saudáveis, com a conformação típica da raça, deve ser usado para reprodução.

TRADUÇÃO: Rafael Santiago (Porto Rico).

Revisão técnica: Miguel Ángel Martinez (Federação Cinológica Argentina).

Fonte: F.C.I - Federação Cinológica Internacional

Nomes alternativos:

1. Rafeiro do Alentejo, Alentejo-Mastiff, alentejo mastiff (inglês).
2. mâtin de l’Alentejo, mastiff de l’Alentejo (Francês).
3. Rafeiro do Alentejo, Rafeiro, Alentejo-Mastiff (alemão).
4. Mastim Português, Mastim do Alentejo (português).
5. Mastín del Alentejo (espanhol).

Fotos:

1 – Rafeiro do Alentejo por https://brit-petfood.com/hr/node/8006